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quinta-feira, 30 de abril de 2020
Substantivos: jogo da memória para confeccionar
quarta-feira, 29 de abril de 2020
Interpretação de texto: O cão e a carne
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Interpretação de texto
Interpretação de texto
Leia com atenção o texto para responder o que se pede:
O cão e a carne
Era uma vez um cão que ia atravessando um rio. Levava na boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do rio, a sombra da carne, que era muito maior. Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no rio para pegar o maior. Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço que levava.
Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas, a cobiça é a mais comum e é, todavia, a mais castigada.
Fábula de Esopo

Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas, a cobiça é a mais comum e é, todavia, a mais castigada.
Fábula de Esopo

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- Qual é o personagem principal da história?
- Há uma marca temporal que nos indica quando o fato aconteceu. Assinale essa marca:
- porém.
- era uma vez.
- todavia.
- prontamente
- Que motivo levou o cão a deixar seu pedaço de carne e se jogar na água em busca de outro pedaço?
- queria dar um mergulho.
- viu na água o retrato de um cão amigo.
- achou que sua carne estava grande e quis pegar uma menor.
- a gula e a cobiça.
- Podemos afirmar que o conflito, ou seja, o problema que desencadeia toda a narrativa é:
- a carne suculenta que o cão tinha.
- a gulodice, o desejo de conseguir um pedaço maior de carne.
- o cão estava com calor e quis dar um mergulho.
- o desejo de perder tudo o que tinha.
- “Não deixes o certo pelo duvidoso.” Que outro ditado popular poderia substituir a moral da história?
- Mais vale um pássaro na mão do que dois voando.
- Antes pingar do que faltar.
- Quem tudo quer, tudo perde.
- Todas as alternativas estão corretas.
- O significado da palavra “cobiça” é:
- enganar
- mentir
- desejar
- respeitar
terça-feira, 28 de abril de 2020
Medidas de tempo: situações-problema
segunda-feira, 27 de abril de 2020
Fábula: A formiga e o grão de trigo
Fábula: "A formiga e o grão de trigo".Para baixar o arquivo em word, clique aqui
Interpretação de texto
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Fábula: A formiga e o grão de trigo |
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Fábula: A formiga e o grão de trigo |
Interpretação de texto
Leia o texto com atenção e responda às questões:
A formiga e o grão de trigo
Durante a colheita, um grão de trigo caiu no solo. Ali ele esperou que a chuva o enterrasse.
Então surgiu uma formiga que começou a arrastá-lo para o formigueiro.
- Por favor, me deixe em paz! – protestou o grão de trigo.
- Mas precisamos de você no formigueiro – disse a formiga – se não tivermos você para nos alimentar, vamos morrer de fome no inverno.
- Mas eu sou uma semente viva – reclamou o trigo – não fui feito para ser comido. Eu devo ser enterrado no solo para que uma nova planta possa crescer a partir de mim.
- Talvez – disse a formiga -, mas isso é muito complicado para mim. E continuou a arrastar o trigo.
- Ei, espere – disse o trigo. Tive uma ideia. Vamos fazer um acordo!
- Um acordo? – perguntou a formiga.
- Isso mesmo. Você me deixa no campo e, no ano que vem, eu lhe dou cem grãos.
- Você está brincando – disse a formiga, descrente.
- Não, eu lhe prometo cem grãos iguais a mim no próximo ano.
- Cem grãos de trigo para desistir de apenas um? – disse a formiga, desconfiada. – Como você vai fazer isso?
- Não me pergunte – respondeu o trigo -, é um mistério que não sei explicar. Confie em mim.
- Eu confio em você – disse a formiga, que deixou o grão de trigo em seu lugar.
E, no ano seguinte, quando a formiga voltou, o trigo tinha mantido sua promessa.
FÁBULAS do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros...São Paulo, Melhoramentos, 2004.
Então surgiu uma formiga que começou a arrastá-lo para o formigueiro.
- Por favor, me deixe em paz! – protestou o grão de trigo.
- Mas precisamos de você no formigueiro – disse a formiga – se não tivermos você para nos alimentar, vamos morrer de fome no inverno.
- Mas eu sou uma semente viva – reclamou o trigo – não fui feito para ser comido. Eu devo ser enterrado no solo para que uma nova planta possa crescer a partir de mim.
- Talvez – disse a formiga -, mas isso é muito complicado para mim. E continuou a arrastar o trigo.
- Ei, espere – disse o trigo. Tive uma ideia. Vamos fazer um acordo!
- Um acordo? – perguntou a formiga.
- Isso mesmo. Você me deixa no campo e, no ano que vem, eu lhe dou cem grãos.
- Você está brincando – disse a formiga, descrente.
- Não, eu lhe prometo cem grãos iguais a mim no próximo ano.
- Cem grãos de trigo para desistir de apenas um? – disse a formiga, desconfiada. – Como você vai fazer isso?
- Não me pergunte – respondeu o trigo -, é um mistério que não sei explicar. Confie em mim.
- Eu confio em você – disse a formiga, que deixou o grão de trigo em seu lugar.
E, no ano seguinte, quando a formiga voltou, o trigo tinha mantido sua promessa.
FÁBULAS do mundo todo: Esopo, Leonardo da Vinci, Andersen, Tolstoi e muitos outros...São Paulo, Melhoramentos, 2004.
- O grão de trigo caiu no solo esperando que:
- a formiga o levasse para o formigueiro.
- outros grãos de trigo fossem procurá-lo.
- o vento o levasse para longe dali.
- a chuva o enterrasse.
- O desentendimento entre os personagens da história inicia quando:
- o grão de trigo cai no solo.
- o trigo diz que é uma semente viva.
- a formiga começa a arrastar a semente.
- a formiga aceita fazer um acordo com o trigo.
- Quando a formiga diz ao trigo “você está brincando”, ela:
- acredita que o grão vai cumprir o acordo.
- desconfia da promessa do grão.
- está se divertindo com a situação.
- está propondo ao trigo uma brincadeira.
- A formiga resolve deixar o grão em seu lugar porque:
- ele lhe promete cem grãos de trigo.
- já tem comida suficiente no formigueiro.
- quer o grão como amigo.
- sente pena dele.
- Quando o autor diz que “o trigo tinha mantido sua promessa”, podemos entender que o trigo:
- germinou e se tornou uma planta que gerou outros grãos de trigo.
- ficou rico e comprou cem grãos para dar à formiga.
- tinha permanecido o tempo todo em seu lugar à espera da formiga.
- roubou cem grãos da plantação vizinha.
- Esta história trata principalmente de um acordo baseado em:
- trapaça e mentira.
- confiança e fidelidade.
- amizade e companheirismo.
- desconfiança e engano.
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